Sobre

    • O que é Integralidade em Saúde ?

      A integralidade é um dos princípios doutrinários da política do Estado brasileiro para a saúde ? o Sistema Único de Saúde (SUS) ?, que se destina a conjugar as ações direcionadas à materialização da saúde como direito e como serviço. Suas origens remontam a própria história do Movimento de Reforma Sanitária brasileira, que durante as décadas de 70 e 80, abarcou diferentes movimentos de luta pelas melhores condições de vida, de trabalho na saúde e na formulação de políticas especificas de atenção aos usuários. Com base na literatura existente inicialmente sistematizou-se três conjuntos de sentidos sobre a integralidade que tem por base a gênese desses movimentos, quais sejam: a integralidade como traço da boa prática profissional, a integralidade como modo de organizar as práticas e a integralidade como respostas governamentais a problemas específicos de saúde. A integralidade como eixo prioritário de políticas de saúde pode ser analisada em três dimensões: da organização dos serviços de saúde, do conhecimento e praticas dos trabalhadores nos serviços de saúde e da formulação de políticas governamentais com participação dos atores sociais envolvidos na produção do cuidado. A integralidade como definição legal e institucional é concebida como um conjunto articulado de ações e serviços de saúde, preventivos e curativos, individuais e coletivos, em cada caso, nos níveis de complexidade do sistema. Ao ser constituída como ato em saúde nas vivências cotidianas dos sujeitos nos serviços de saúde tem germinado experiências que produzem transformações na vida das pessoas, cujas praticas eficazes de cuidado em saúde superam os modelos idealizados para sua realização.

      A integralidade é um dos princípios doutrinários da política do Estado brasileiro para a saúde ? o Sistema Único de Saúde (SUS) ?, que se destina a conjugar as ações direcionadas à materialização da saúde como direito e como serviço. Suas origens remontam a própria história do Movimento de Reforma Sanitária brasileira, que durante as décadas de 70 e 80, abarcou diferentes movimentos de luta pelas melhores condições de vida, de trabalho na saúde e na formulação de políticas especificas de atenção aos usuários. Com base na literatura existente inicialmente sistematizou-se três conjuntos de sentidos sobre a integralidade que tem por base a gênese desses movimentos, quais sejam: a integralidade como traço da boa prática profissional, a integralidade como modo de organizar as práticas e a integralidade como respostas governamentais a problemas específicos de saúde. A integralidade como eixo prioritário de políticas de saúde pode ser analisada em três dimensões: da organização dos serviços de saúde, do conhecimento e praticas dos trabalhadores nos serviços de saúde e da formulação de políticas governamentais com participação dos atores sociais envolvidos na produção do cuidado. A integralidade como definição legal e institucional é concebida como um conjunto articulado de ações e serviços de saúde, preventivos e curativos, individuais e coletivos, em cada caso, nos níveis de complexidade do sistema. Ao ser constituída como ato em saúde nas vivências cotidianas dos sujeitos nos serviços de saúde tem germinado experiências que produzem transformações na vida das pessoas, cujas praticas eficazes de cuidado em saúde superam os modelos idealizados para sua realização.

      A integralidade é um dos princípios doutrinários da política do Estado brasileiro para a saúde – o Sistema Único de Saúde (SUS) –, que se destina a conjugar as ações direcionadas à materialização da saúde como direito e como serviço. Suas origens remontam a própria história do Movimento de Reforma Sanitária brasileira, que durante as décadas de 70 e 80, abarcou diferentes movimentos de luta pelas melhores condições de vida, de trabalho na saúde e na formulação de políticas especificas de atenção aos usuários. Com base na literatura existente inicialmente sistematizou-se três conjuntos de sentidos sobre a integralidade que tem por base a gênese desses movimentos, quais sejam: a integralidade como traço da boa prática profissional, a integralidade como modo de organizar as práticas e a integralidade como respostas governamentais a problemas específicos de saúde.

      A integralidade como eixo prioritário de políticas de saúde pode ser analisada em três dimensões: da organização dos serviços de saúde, do conhecimento e praticas dos trabalhadores nos serviços de saúde e da formulação de políticas governamentais com participação dos atores sociais envolvidos na produção do cuidado.

      A integralidade como definição legal e institucional é concebida como um conjunto articulado de ações e serviços de saúde, preventivos e curativos, individuais e coletivos, em cada caso, nos níveis de complexidade do sistema. Ao ser constituída como ato em saúde nas vivências cotidianas dos sujeitos nos serviços de saúde tem germinado experiências que produzem transformações na vida das pessoas, cujas praticas eficazes de cuidado em saúde superam os modelos idealizados para sua realização.

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    • Sobre o modelo da BVS

      Informações sobre metodologias e aplicativos da Biblioteca Virtual em Saúde.

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    • A BVS

      Explica os objetivos, características e desenvolvimento da BVS.

      Explica os objetivos, características e desenvolvimento da BVS.

      A Biblioteca Virtual em Saúde Integralidade Brasil - BVS-Integralidade é um projeto de construção coletiva de âmbito nacional, coordenado pela OMS/OPAS/BIREME, orientado por um Comitê Consultivo Nacional, sob a liderança do Laboratório de Pesquisas sobre Práticas de Integralidade em Saúde (LAPPIS)-Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) numa parceria com o a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)-Centro de Informação Científica e Tecnológica (CICT).

      Tem como objetivo promover a operação cooperativa e descentralizada da rede de fontes de informação científica e técnica em Integralidade,visando proporcionar o acesso eqüitativo e estimular o uso da informação científica e técnica atualizada e relevante reunida na BVS, relacionadas à Integralidade no país.

      A BVS-Integralidade tem também como objetivo integrar fontes de informação, definindo critérios de seleção, análise e disseminação da informação científica e técnica relevante, articulando instituições envolvidas com o tema.

      O desenvolvimento da BVS-Integralidade é guiado por um conjunto de projetos (Documento PDF - 90,2KB) específicos definidos pelo Comitê Consultivo, coordenado pela Secretaria Executiva sob a responsabilidade do Laboratório de Pesquisas sobre Práticas de Integralidade em Saúde - LAPPIS (Link para um novo site) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

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